Llandovery 2018

XXI Curso Internacional de Música de Verão

Llandovery College, Carmarthenshire, País de Gales, Reino Unido

Pré-curso: 7 a 12 de julho de 2018

Curso principal: 13 a 25 de julho de 2018

Curso de música especializado e intensivo para jovens músicos em preparação para exames, audições e competições, com alguns dos melhores professores do mundo.

Pré-curso
  • Pré-curso: 7 a 12 de julho de 2018
  • Chegada no dia 8 à noite/tarde (internos) / Partida no dia 14 à noite

O número de vagas disponíveis para este pré-curso é apenas 20, se bem que tenhamos 100 vagas no curso principal. Em resposta a pedidos de um curso de línguas mais intensivo antes da frequência do nosso curso usual de música e línguas de verão, há anos que propomos um curso de uma semana de língua francesa ou inglesa exclusivamente para alunos inscritos também no curso de música de verão.

O pré-curso consiste em:

  • Uma, duas, três ou quatro horas por dia de aulas de inglês ou francês em pequenos grupos de 5-6 alunos ou menos, uma hora de música de câmara e uma hora de coro.
  • Alojamento em quartos partilhados ou pequenos dormitórios e pensão completa, tal como no curso principal.

Ou

  • Uma, duas, três ou quatro horas por dia de aulas individuais e uma hora de música de câmara.
  • Aulas individuais de piano, violino e viola, embora os professores possam não ser os que estão disponíveis durante o curso principal.
  • Alojamento em quartos partilhados ou pequenos dormitórios e pensão completa, tal como no curso principal, e alguns quartos individuais.

Os alunos têm à sua disposição coro, natação, ténis (quatro cortes) e um campo de golfe gratuitamente.

Os pedidos de inscrição neste curso intensivo devem ser enviados por email.

Curso Principal - Instrumento e Voz

Aulas magistrais e aulas de instrumento voz, composição e direção de orquestra 

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As aulas de instrumento, voz, direção de orquestra e composição são dadas por professores totalmente qualificados e experientes e por executantes conhecidos internacionalmente.

  • Música para amadores entusiastas: os participantes devem possuir, no mínimo, um grau 6-7 em pelo menos um instrumento, podendo o grau num segundo instrumento ser inferior.
  • Música como mais-valia na preparação de futuros profissionais (grau 8).

Preparamos jovens instrumentistas para a audição de admissão em escolas superiores de música (Royal College of Music, Royal Academy, Guildhall, Conservatoires Supérieurs de Musique, etc.). É favor notar que, para os não falantes de inglês que desejem entrar no Royal College of Music, na Royal Academy ou na Guildhall, a aquisição de um nível aceitável de inglês falado é essencial. Providenciamos este tipo de preparação durante o curso.

O número de alunos que cada professor pode aceitar é limitado e, caso a primeira escolha de um aluno já não esteja disponível, ser-lhe-á atribuído outro professor apropriado.

 

Coro com William Godfree

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O coro é um dos principais componentes do curso de verão e aquele em que mais pessoas inscritas querem participar. A maior parte dos nossos professores de instrumento adere em massa e a participação está aberta a todos sem audição.

 

Aulas de música de câmara com Jean-Luc Borsarello

O curso de verão dispõe de um extenso programa de música de câmara e música de câmara para sopros organizado por Jean-Luc Borsarello. Agrupamentos diversos (consoante o nível, o instrumento e a preferência) tocam juntos informal e formalmente, estando disponível preparação para executantes de todos os níveis em grupos pré-formados ou informais.

A disponibilidade de professores e executantes profissionais de música de câmara dá aos amadores a oportunidade de serem preparados e tocarem com profissionais nalgumas sessões.

 

Oficina de orquestra com Matthias Dulack

Esta oficina também está aberta a todos os que passarem na audição. Os ensaios decorrem entre as 19h45 e as 21h00, exceto no primeiro sábado.

 

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Aulas magistrais

Dadas por artistas proeminentes, as aulas magistrais destinam-se geralmente a alunos avançados ou a músicos profissionais que desejem fazer um curso intensivo. A entrada é limitada e os alunos são selecionados. As aulas estão abertas a observadores inscritos no curso.

 

Oficina de Jazz

A oficina de jazz está aberta a todos, incluindo aos alunos de música clássica.

 

Curso de Jazz – com Alex Forsyth

O curso de jazz destina-se a alunos de jazz de todos os níveis, quer sejam relativamente principiantes ou executantes mais experientes que pretendam desenvolver a sua capacidade de improvisação em situações práticas e na companhia de alunos com gostos semelhantes.

O curso está concebido de modo a cobrir duas semanas e culmina num concerto de final de curso, decorrendo todas as aulas em regime de oficina.

Os alunos que desejem beneficiar de aulas individuais têm de se inscrever nas aulas de música clássica, o que os habilita a mais dez sessões de jazz de hora e meia para além das aulas individuais. Dependendo do número, os alunos aprendem sob a forma de um agrupamento ou divididos em grupos menores com base no nível e na experiência.

Os professores que dão as aulas possuem uma vasta experiência no ensino do jazz. Entre eles, inclui-se Alex Forsyth (saxofone, flauta e guitarra baixo), Naadia Sheriff  (piano), Rosario Macaluso (trompete), John Perry (bateria), Robert Short (voz) e Steve Banks  (guitarra elétrica).

Para os que são relativamente inexperientes, as áreas de estudo incluem relações acorde/escala básicas e a sua aplicação na improvisação, na harmonia básica e em géneros de importância fundamental como os blues, o jazz modal e os estilos afro-brasileiros/afro-cubanos. Os alunos mais experientes estudam melodias e áreas harmónicas mais complexas, como acordes alterados e substitutos e respetivas escalas.

Neste formato, não estão geralmente disponíveis aulas individuais, embora se possam organizar aulas individuais adicionais com o acordo dos professores.

 

 

 

Oficina de voz  com Simonida Miletic e Leonardo De Lisi

Técnica e interpretação vocal de músicas clássicas e árias líricas dos principais compositores italianos, ingleses, franceses, alemães e espanhóis do início do século XVII à idade moderna.

Curso Principal - Direção de Orquestra e Composição

Direção de Orquestra com Matthias Dulak

O curso de condução de orquestra 2012 dos cursos de Verão LMFL, sob a direcção de Mathis Dulack, compreenderá dois grupos:

Nível 1 Principiantes, sem qualquer experiência de condução de orquestra. O curso dará a estes alunos a oportunidade de aprenderem os princípios básicos da condução de orquestra.

Nível 2  (a ser anunciado) Alunos de nível avançado, com conhecimentos de condução de orquestra: Estes alunos terão de estudar o repertório do programa de 2004 antes de virem para o curso. Terão oportunidades de ensaiar com a orquestra e alguns serão seleccionados para conduzir o concerto de fim de curso.

 

Composição com o Dr. Paul Goodey ou William Godfree

As aulas de composição dividem-se em duas secções: uma aula individual de uma hora a cada dois dias e um seminário em inglês dia sim, dia não. O conteúdo das aulas individuais varia consoante o nível dos alunos e visa a criação de uma composição nova durante o curso a ser executada no concerto final (caso os executantes e o tempo o permitam).

São estudadas diversas técnicas de composição adequadas às preferências estéticas dos alunos, da harmonia tonal tradicional a expressões musicais mais elaboradas. Os alunos adquirem conhecimentos de software de escrita musical, particularmente através do uso do software de notação Sibelius.

Os seminários estudam com algum detalhe as influências mais significativas na música contemporânea, incluindo:

Nacionalismo
Estilo musical desenvolvido por compositores do século XIX que expressa as características dos seus próprios países através da inclusão de melodias da música folclórica nacional e do uso de cenas da história, de lendas e de contos populares dos países como base para as suas composições.

O nacionalismo foi encorajado pelos governos do início do século XX com objetivos propagandísticos em tempos de guerra e tensão política.

Entre os compositores de música nacionalista incluem-se Jean Sibelius, Edvard Grieg, Antonin Dvorak Carl Nielsen, Zoltán Kodály, Aaron Copland, Edward Elgar, Dmitri Shostakovich e Stephen Foster.

Neoclassicismo
Como o nome indica, o neoclassicismo foi uma espécie de novo classicismo. Combinava elementos musicais do período clássico com as novas tendências que emergiram no início do século XX. Estes elementos clássicos incluíam centros tonais, formas claras e estruturas melódicas. A estes e muitos outros elementos clássicos, os neoclassicistas juntaram condimentos modernos, como ritmos peculiares, dissonâncias acentuadas e uma grande quantidade de cromatismos.

O movimento neoclássico foi bastante generalizado, com muitos compositores da Europa inteira e dos EUA a contribuírem para este subgénero. Alguns dos mais conhecidos compositores neoclássicos são Igor Stravinsky, Paul Hindemith, Dmitri Shostakovich, Sergei Prokofiev e Aaron Copland, só para citar alguns.

A motivação do neoclassicismo era simples: a extensa experimentação musical da parte inicial do século levou alguns compositores a quererem restabelecer a ligação à tradição musical. E fizeram-no, mas, ao mesmo tempo, mantiveram-se fiéis aos aspetos musicais que desenvolveram durante o período moderno. O objetivo não era reavivar velhos idiomas musicais, mas simplesmente reconhecer a tradição.

Se o neoclassicismo foi uma reação contra o caótico período musical de 1910 a 1920, o novo método dos doze tons de Arnold Schoenberg também. Ambos tentaram recuperar o controlo sobre a música selvagem do século XX. A diferença é que o método dos doze tons o fez criando uma linguagem musical inteiramente nova, enquanto o neoclassicismo o fez revisitando a herança musical consagrada.

Impressionismo
Movimento francês do final do século XIX e início do século XX iniciado por Debussy em reação à emotividade dramática e dinâmica da música romântica, especialmente de Wagner. Refletindo as escolas impressionistas da pintura e da literatura francesa, Debussy desenvolveu um estilo em que a atmosfera e a disposição substituem as emoções fortes ou as histórias na música programática. Usou novas combinações de acordes, acordes de tons inteiros, cromatismos e escalas e ritmos exóticos. Em vez da progressão harmónica usual, desenvolveu um estilo em que os acordes são valorizados pela sua sonoridade individual, e não pela relação que estabelecem entre si, e em que as dissonâncias não são preparadas nem resolvidas.

Embora concebido em reação ao romantismo, o impressionismo musical parece hoje o culminar do romantismo. A sua influência foi generalizada e é evidente na música de Ravel, Dukas, Respighi, Albéniz, de Falla, Delius, C. T. Griffes e J. A. Carpenter.

Técnica dos doze tons ou dodecafonia
A técnica dos doze tons é um sistema de composição musical concebido por Arnold Schoenberg. A música que usa esta técnica é conhecida como música dodecafónica.

Josef Matthias Hauer também desenvolveu um sistema semelhante usando hexacordes desordenados, ou tropos, ao mesmo tempo e no mesmo país, mas sem qualquer relação com Schoenberg.

Este método de composição baseia-se numa ordem fixa dos doze tons cromáticos (Benward, 303). O próprio Schoenberg descreveu o sistema como um “método de composição com doze notas que só se relacionam consigo mesmas”. É um sistema em que os doze tipos de altura são colocados numa ordem específica, formando um conjunto que depois se torna uma ferramenta de composição (Sadie, 286).
A dificuldade básica em compor num idioma átono é o controlo inteligente das forças melódicas e harmónicas. “Há formas de dominar essas forças através de meios contrapontísticos e harmónicos semelhantes aos usados no desenvolvimento inicial da polifonia ocidental” (Marquis, 185). Contudo, estas formas são muito mais complexas do que a polifonia ocidental tradicional. Daí ter Schoenberg inventado este sistema matricial de ajuda à composição desenvolvido por volta de 1920 como forma de proporcionar uma base coerente para músicas completamente cromáticas.

Minimalismo
Na música, o movimento minimalista foi, tal como a arte minimalista, uma reação contra uma forma então corrente. Os compositores rejeitaram muita da aridez das complexidades intelectuais e da esterilidade emocional da música serial e outras formas modernas.

Geralmente, as composições minimalistas tendem a enfatizar a simplicidade da linha melódica e da progressão harmónica para acentuar a repetição e os padrões rítmicos e reduzir as referências históricas ou expressivas.
O uso de instrumentos eletrónicos é comum na música minimalista, tal como as influências da Ásia e da África.
Entre os mais prominentes compositores minimalistas estão Philip Glass, Steve Reich, Terry Riley, La Monte Young e John Adams.

A análise e a audição musical são também um aspeto importante do curso, estimulando debates e encorajando os alunos a dar largas à sua criatividade.

Oficina de Canto Lírico para Crianças e Adolescentes

O estudo do canto lírico na infância e durante a puberdade, antes de terem lugar as últimas alterações na voz (que ocorrem normalmente entre os 13 e os 15 anos nas raparigas e os 15 e os 17 nos rapazes), sempre foi considerado extremamente perigoso para a saúde futura das cordas vocais. Com efeito, os mais antigos e prestigiados conservatórios italianos de bel canto e música foram proibidos de admitir raparigas antes de completarem 16 anos e rapazes antes de completarem 18.

A experiência dos grandes professores de canto da era dourada da ópera italiana, entre 1700 e 1900, revela que as vozes das crianças (mesmo as mais dotadas e promissoras) atravessam um período de extrema delicadeza durante a mutação para a voz adulta. A razão desta importante observação foi depois cuidadosamente investigada, através da utilização da ciência médica do século XX (foniatria), para explicar por que razão são os sensíveis anos de transformação dos músculos e cartilagens da laringe particularmente vulneráveis a danos graves (por vezes, irreparáveis) quando sujeitos a esforços anormais.

O uso de técnicas típicas do canto operático permite, com efeito, que a voz humana desenvolva capacidades verdadeiramente extraordinárias. Podemos compará-lo ao uso de técnicas de treino desportivo que podem levar atletas a quebrar recordes. Contudo, tal como no desporto se pode começar a treinar crianças e adolescentes para se tornarem atletas olímpicos na idade adulta, o mesmo acontece com a educação de vozes jovens. MAS tal só pode ser feito seguindo um processo muito preciso e gradual de transformação da voz, da de criança para a de adulto, SEM a esforçar ou forçar de forma anormal.

Que fique claro que ter uma criança de 9-12 anos a cantar uma ária de ópera e a tentar imitar a voz de um adulto é como ter uma criança da mesma idade a competir numa pista, no salto em comprimento ou num evento de natação contra adultos, usando ritmos e sistemas que não se enquadram nas características físicas do crescimento naquela idade. Mesmo que uma criança ou um jovem na puberdade consiga cantar uma ária de ópera durante uns minutos (por exemplo, “O Mio Babbino Caro”, de Gianni Schicchi, de Puccini) e pareça produzir sons como um soprano profissional, o esforço resultante da pressão que os músculos abdominais precisam de exercer, as muitas inspirações levadas a cabo até mesmo no meio de palavras, as oscilações irregulares do vibrato, etc. são sinais de fadiga vocal. Tal resultará mais tarde na perda de agilidade da voz necessária para desenvolver as ferramentas profissionais de um cantor de ópera.

As proezas de algumas crianças em programas de talentos da televisão induzem os pais em erro, levando-os a pensar que crianças sem quaisquer competências musicais ou operáticas as possuem, devido à amplificação através de um microfone usada na televisão. Numa sala de espetáculos, os verdadeiros profissionais não usam microfones quando cantam ópera. E cantar numa ópera não significa cantar apenas uma ária famosa. Significa cantar numa atuação complexa e muitas vezes de 3-4 horas de duração, em que há duetos, trios, recitativos, árias, declamações, coros, etc.

Portanto, os professores de canto que impõem técnicas operáticas a crianças de 9-12 anos – e até mesmo a adolescentes de 13-15 anos que ainda não completaram as alterações na voz, por mais dotados que sejam – cometem um erro grave. Aos 20 anos, o rapaz ou rapariga terá perdido a naturalidade e a agilidade vocal que servem para construir a verdadeira voz de um profissional. É frustrante e doloroso ter de corrigir falhas graves depois de se acreditar inicialmente que uma criança é um prodígio. Com efeito, em casos como estes, os rapazes desistem frequentemente de cantar ópera devido à perda de autoconfiança e autoestima.

O meu conselho, após mais de 20 anos de experiência num conservatório em Itália, é o seguinte: quando uma criança mostra muito talento musical e vocal, encoraje-a a estudar um instrumento (idealmente, piano, que também desenvolve o sentido harmónico) e ponha-a a cantar em coros com vozes agudas até aos 12 anos e a ter aulas de canto com um professor que comece com um repertório simples e adequado, como velhas árias de música de câmara ou canções populares. Entre os 12 e os 15 anos, não exagere no canto até a voz mudar e continue a estudar piano e teoria musical.

As raparigas de 14-15 anos e os rapazes de 16-17 devem começar a desenvolver a sua técnica vocal operática lentamente, enquanto avaliam como reage a sua “nova” voz à tensão de um treino mais intenso.

Qualquer professor de canto que não respeite esta abordagem é incompetente e perigoso e só está interessado em ganhar dinheiro fácil com as esperanças e ilusões das crianças e das famílias que anseiam por uma fama breve e fugaz. O jovem artista ficará psicologicamente afetado.

Leonardo de Lisi

 

 

Línguas

A frequência de um curso de música e a aprendizagem de uma língua estrangeira costumavam excluir-se mutuamente. Mas agora já não! Os cursos juntam músicos de todas as nacionalidades. A diversidade de línguas ouvidas todos os dias e as trocas que resultam do trabalho musical tornam a aprendizagem linguística mais fácil. E a partilha de uma paixão comum – a música – e a sua conceção e discussão em conjunto geram motivação. Os alunos falantes de inglês têm a oportunidade de aprender ou melhorar e praticar francês (FFL), alemão (GFL), italiano (IFL) ou espanhol (SFL) como línguas estrangeiras. As aulas são dadas por professores especializados, todos eles falantes nativos. Oferecemos ensino intensivo de qualidade em inglês por professores especializados de inglês como língua estrangeira (EFL), eles próprios falantes nativos. As aulas de línguas podem ser frequentadas em pequenos grupos ou individualmente, consoante as necessidades específicas dos alunos. As aulas em grupo são compostas por 4-6 alunos. O curso básico consiste em uma, duas, três ou cinco sessões de uma hora por dia e visa ajudar a desenvolver competências na comunicação oral, aprofundar os conhecimentos de gramática e enriquecer o vocabulário dos alunos através da utilização de materiais pedagógicos apropriados e adequados às necessidades individuais. Nenhum músico que se preze deveria ter mais de 2-3 horas de aulas de línguas por dia. Contudo, quando existem grandes carências linguísticas, sugerimos a frequência do pré-curso (só em Llandovery).

Diretor Linguístico – Dr. Alan D. Moller

dr alan mollerDetentor de um doutoramento em Linguística Aplicada com a tese intitulada “Estudo da Validação de Testes de Proficiência de Inglês como Língua Estrangeira” (Edimburgo, 1981), de um mestrado (Cambridge) e de um PGCE (Londres), este perito britânico em Linguística Aplicada especializado em testes linguísticos e funcionário reformado do British Council foi Diretor do Departamento de Serviços de Língua Inglesa, sendo responsável, entre outras coisas, por inspecionar e aconselhar escolas de línguas do mundo inteiro.

Escreveu muitos dos testes de inglês como língua estrangeira (minitestes online) do British Council ainda usados hoje em dia e esteve ativamente envolvido na introdução do ELTS (atual IELTS) em 1989.

Alan esteve destacado em África, em Singapura e na Malásia e foi Adido Cultural do Alto Comissariado Britânico em Nova Deli encarregado de organizar a Exposição Henry Moore.

Depois de se reformar do British Council, Alan foi Examinador Chefe a tempo inteiro no Trinity College de Londres. As suas funções incluíam a responsabilidade académica pelo certificado em TESOL, pelo diploma em TESOL e pelo conjunto de testes de inglês falado. Aquando da sua saída do Trinity College de Londres, em 1999, estas responsabilidades foram atribuídas a três profissionais diferentes.

Em 2003, foi nomeado Presidente dos Examinadores dos LTE pelo principal conselho britânico de exames, o EDEXCEL (Londres).

É Diretor Académico da IATQuO, sendo atualmente responsável pela validação da formação de professores de inglês como língua estrangeira nos vários centros de formação para professores da Europa e da Ásia.

Organização

Ambos os tipos de participantes são inseridos num de quatro grupos:

  • Grupo de adultos (mais de 18 anos).
  • Grupo de jovens dos 13 aos 17 anos supervisionado e apoiado ativa e positivamente por pessoal com formação.
  • Grupo de jovens acompanhados dos 5 aos 11 anos composto, no máximo, por 20 elementos.
  • Grupo de jovens não acompanhados dos 11 aos 13 anos que pertencem a um nível avançado e já frequentaram cursos da LMFL.

Os jovens têm de respeitar as regras e os regulamentos básicos do Llandovery College e da LMFL.

Os jovens acompanhados, que estão sob a supervisão permanente do(s) seu(s) progenitor(es), também têm de cumprir as horas de deitar de cada faixa etária.

Os jovens que possuam uma autorização escrita dos seus progenitores ou tutores legais estão autorizados a sair das instalações da escola à tarde/noite sem supervisão, devendo para tal ser enviada uma cópia por email antes do início do curso. Gostaríamos de frisar que não somos a favor deste tipo de autorizações. No entanto, se os diretores do curso acharem que o jovem abusa dessa autorização, colocando-se em risco, a autorização é cancelada, não sendo esta decisão negociável.

Os participantes adultos não são afetados pela disposição acima. No entanto, em caso de comportamento antissocial, são convidados a abandonar o curso e as instalações sem direito a qualquer reembolso.

Qualquer decisão do foro disciplinar é da exclusiva responsabilidade dos diretores do curso.

Informações Genéricas

Sugerimos que os participantes subscrevam um seguro de responsabilidade civil que cubra furto e danos físicos e nos enviem uma cópia juntamente com o último pagamento.

Chamamos particular atenção para a necessidade de segurar igualmente os instrumentos musicais (perda e furto).

Os alunos residentes normalmente fora da União Europeia devem possuir um seguro de saúde.

A utilização de todos os equipamentos desportivos da escola é gratuita.

O número de participantes internos é limitado à capacidade de alojamento do Llandovery College. A inscrição de participantes externos pode também ser limitada, de forma a assegurar níveis de ensino elevados e um ambiente de trabalho agradável.
As inscrições são tratadas com base na ordem de chegada. A única forma de assegurar a sua vaga é fazendo o pagamento na totalidade.

Já houve anos em que tivemos de recusar pedidos de inscrição, pelo que recomendamos que se inscreva atempadamente. As inscrições têm início em outubro.

No entanto, os diretores do curso reservam-se o direito de cancelar o curso, caso se considere o número de candidatos demasiado reduzido três meses antes da data de início. Nesse caso, o montante total já pago é reembolsado na totalidade, mas não há lugar a qualquer outro tipo de compensação.

Se um participante decidir cancelar após o dia 1 de maio, o valor da inscrição não é reembolsado.

Se o cancelamento ocorrer após o dia 1 de junho, não é possível qualquer reembolso do valor mínimo de inscrição ou do valor total.

A regularização do pagamento é devida até ao dia 1 de junho, data após a qual qualquer alojamento reservado e não pago na totalidade fica sem efeito.

Recomendamos vivamente que subscreva um seguro para cobrir custos de cancelamento.

É expressamente proibido fumar no interior do Llandovery College. Quem violar esta regra no quarto ou nas salas comuns é convidado a abandonar o curso sem direito a qualquer reembolso.

Volume de Trabalho

Temos constatado uma tendência crescente nos nossos alunos para se inscreverem em demasiadas opções ou aulas e acabarem o curso completamente exaustos, pelo que gostaríamos muito de inverter esta tendência. Particularmente, se uma das escolhas for composição, recomendamos que os alunos não se inscrevam em mais do que duas outras disciplinas. Contudo, é possível inscreverem-se em dois instrumentos diferentes e em voz, por exemplo.

No final do curso, alunos e professores dão três concertos públicos. Por conseguinte, solicita-se aos participantes que tragam consigo roupa adequada: camisa branca, laço preto e calça/saia preta ou traje nacional e sapatos apropriados. Não são fornecidas estantes, pelo que é essencial que os alunos usem as suas. Os concertos são gravados, sendo depois disponibilizadas cópias em DVD aos participantes.

A singularidade e a seriedade do nosso curso de música deriva da certeza de os participantes beneficiarem de dez aulas individuais com os professores da sua escolha.

A intensidade do volume de trabalho proposto é muito especial: para além das aulas individuais diárias, são formados grupos de música de câmara à chegada e todos os alunos participam num grupo.

O trabalho orquestral é composto por dez sessões de hora e meia cada.

O coro e o coro de câmara também funcionam todos os dias.

Vida Social

Os cursos de verão da LMFL têm por objetivo criar uma atmosfera musical altamente motivadora para todos os participantes e encorajar a interação social entre todos, com vista a dar a cada aluno a sensação de pertencer a uma grande família musical.

A vida social desenvolve-se sobretudo em torno da criação musical, com serões ocupados com atuações a solo ou concertos de música de câmara de professores e alunos avançados.

Alojamento

Existem dois tipos de participantes:

  • Externos: alunos locais ou participantes que optam por se alojar em hotéis, B&B, etc. e que fazem duas refeições principais de domingo a sexta.
  • Internos: alunos em regime de pensão completa que fazem todas as refeições no Llandovery College durante o curso.

A maior parte das residências possuem cozinhas e equipamentos para preparar chá ou café. Os alunos têm à sua disposição natação, ténis (quatro cortes) e um campo de golfe gratuitamente. Os alunos externos têm à sua disposição várias formas de alojamento:

  • Bed & Breakfast nas proximidades
  • Hotéis simpáticos a uma curta distância a pé

Os adultos também se podem alojar no Llandovery College por 48 £ (alimentação e alojamento) por dia. Este preço inclui a utilização de todas as instalações desportivas. Todas as inscrições devem ser feitas antecipadamente.

Importa frisar que o Llandovery College não é um hotel, pelo que não dispõe de camas de casal e possui mais duches que banheiras.

 

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No que toca à alimentação, temos especial cuidado em proporcionar ementas equilibradas e agradáveis: pequenos-almoços ingleses, pratos continentais ao almoço e ao jantar, saladas variadas e uma seleção de sobremesas inglesas. Também estão disponíveis refeições vegetarianas. Além disso, há uma curta pausa para chá, à tarde, para quem desejar.

 

Vistos

É favor assegurar-se de que consegue um visto. Na maioria dos casos, o comprovativo de pagamento da inscrição é suficiente para a sua obtenção.

Inscrição em Llandovery

Caso esteja pronto para se inscrever, encontrará aqui os dados e formulários necessários para inscrição no pré-curso e no curso principal (três semanas) ou apenas no curso principal (duas semanas). Antes de preencher a inscrição, é favor proceder à leitura dos Termos e Condições.

Inscreva-se